Cardiotocografia / Monitorização fetal

Indicações

Anamnese

  1. Pós datismo
  2. Redução da movimentação fetal
  3. Rotura prematura de membranas ovulares
  4. Sangramento vaginal recente
  5. Trauma
  6. Óbito fetal em gestação anterior
  7. Uso de drogas vasoconstritoras: cocaína

 

Alteração de sinais vitais

  1. Hipoglicemia
  2. Hipotensão
  3. Febre
  4. Hipertensão arterial (≥160/110 mmHg)

 

Doenças maternas

  1. Hipertensão arterial materna
  2. Diabetes pré gestacional, DG em uso de insulina, DG mal controlado
  3. Hipertirodismo materno mal controlado
  4. Lúpus
  5. Síndrome anti-fosfolípide, trombofilias
  6. Anemia falciforme
  7. Hipoxemia materna: asma, pneumonia materna, H1N1
  8. Cardiopatia materna com baixo débito
  9. Infecção materna sistêmica
  10. Suspeita de corioamnionite, sepsis materna

 

Condições fetais

  1. Restrição de crescimento fetal, ou suspeita
  2. Gestação múltipla
  3. Mecônio
  4. Anomalia fetal congênita
  5. Doença hemolítica perinatal, suspeita de anemia fetal
  6. Hidropisia fetal

 

Alterações placentárias e do líquido amniótico

  1. Insuficiência placentária
  2. Descolamento de placenta
  3. Oligoâmnio

 

Na assistência ao trabalho de parto

  1. Para todas gestantes de alto risco, sempre no momento da admissão.
  2. Durante a condução do trabalho de parto:

– a cada hora, durante a fase ativa

– a cada 5 a 10 minutos, durante o 2º período

Obs: gestantes de risco habitual, a monitorização fetal pode ser feita por ausculta intermitente, que deverá ser realizada durante, e imediatamente após, a contração uterina.

  1. Antes e após cada dose de misoprostol
  2. Após instalação da analgesia
  3. Taquissistolia
  4. Suspeita de rotura uterina